O que é afinal verdade?
Porquê a subida dos impostos?
Para que hajam receitas capazes de suportarem os gastos públicos, bem como a dimuição do défice
orçamental, pois já está a haver um melhor controlo nos gastos, bem como políticas fiscais, é caso disso o combate à fuga de pagamento de impostos.
Porquê a alteração da idade da reforma?
A meu ver, deveria ser uma situação temporária, mas como não tenho acesso aos números e previsões do actual governo do Engenheiro Sócrates, opto por ter um discurso mais contido, pois as pessoas deveriam ser mais humildes quando falam.
Nesta temática, o que tenho a explicar é simples. A taxa de natalidade, isto é, basicamente é a percentagem de pessoas que nascem por ano relativamente á população, tem diminuido drasticamente notando-se uma certa mudanças nestes últimos anos, mesmo assim não impediu que a população portuguesa seja incrivelmente invelhecida. Por sua vez, a população activa está aquém do que é desejável. Então, para que os activos(os que trabalham) de hoje possam ter direito à reforma um dia, é necessário tomar-se atitudes bastante impopulares e cortar até com alguns direitos adquiridos.
Sei que é algo negativo, mas é um esforço adicional que foi pedido a todos os heróis portugueses que trabalham tenho fé em sonhos, sendo um deles, um País melhor para os seus descendentes.
Contrariedades!
Mas em tudo isto há contrariedades.
É imensamente antagónico, pedirmos esforços ao Povo quando temos situações bastante injusta por resolver.
Independentemente, se gosto da Igreja ou do Futebol e afins que não pagam impostos como seria justo,acredito que não se pode corrigir determinados problemas nem pedir nada, se forem sempre os mesmos a arcarem com as despesas.
É preciso ter pulso de ferro e acabar com algumas regalias que começam a ser de conhecimento público.
Outras medidas deverão ser tomadas, mas acredito em melhorias sem me referir a cores políticas, temos de reforçar a esperança e o positivismo. Está tudo na atitude.
Portugal é um país com uma das culturas mais ricas, portanto é imperativo lutar por ele.
Para que hajam receitas capazes de suportarem os gastos públicos, bem como a dimuição do défice
orçamental, pois já está a haver um melhor controlo nos gastos, bem como políticas fiscais, é caso disso o combate à fuga de pagamento de impostos.
Porquê a alteração da idade da reforma?
A meu ver, deveria ser uma situação temporária, mas como não tenho acesso aos números e previsões do actual governo do Engenheiro Sócrates, opto por ter um discurso mais contido, pois as pessoas deveriam ser mais humildes quando falam.
Nesta temática, o que tenho a explicar é simples. A taxa de natalidade, isto é, basicamente é a percentagem de pessoas que nascem por ano relativamente á população, tem diminuido drasticamente notando-se uma certa mudanças nestes últimos anos, mesmo assim não impediu que a população portuguesa seja incrivelmente invelhecida. Por sua vez, a população activa está aquém do que é desejável. Então, para que os activos(os que trabalham) de hoje possam ter direito à reforma um dia, é necessário tomar-se atitudes bastante impopulares e cortar até com alguns direitos adquiridos.
Sei que é algo negativo, mas é um esforço adicional que foi pedido a todos os heróis portugueses que trabalham tenho fé em sonhos, sendo um deles, um País melhor para os seus descendentes.
Contrariedades!
Mas em tudo isto há contrariedades.
É imensamente antagónico, pedirmos esforços ao Povo quando temos situações bastante injusta por resolver.
Independentemente, se gosto da Igreja ou do Futebol e afins que não pagam impostos como seria justo,acredito que não se pode corrigir determinados problemas nem pedir nada, se forem sempre os mesmos a arcarem com as despesas.
É preciso ter pulso de ferro e acabar com algumas regalias que começam a ser de conhecimento público.
Outras medidas deverão ser tomadas, mas acredito em melhorias sem me referir a cores políticas, temos de reforçar a esperança e o positivismo. Está tudo na atitude.
Portugal é um país com uma das culturas mais ricas, portanto é imperativo lutar por ele.
